Adeus aos aparelhos auditivos?

Podemos esquecer os aparelhos auditivos? Manuel Manrique, especialista em audição da Clínica da Universidade de Navarra, nega sem hesitação. “Todas essas drogas ainda não são uma realidade clínica, mas mesmo se fossem, vamos usá-las em combinação com dispositivos eletrônicos”.

 

Manrique acredita que os novos medicamentos serão adicionados à tecnologia e se tornarão uma ferramenta para o otorrinolaringologista fazer um programa de restauração auditiva. Sua previsão é que as drogas que podem prevenir a surdez serão uma realidade em primeiro lugar e então as estratégias regenerativas virão.

 

Um derivado da cetamina, contra os ruídos do interior da orelha

Algumas pessoas sofrem na forma de bips, outras como solavancos ou zumbidos. Eles podem aparecer em tempo hábil ou permanecer 24 horas por dia. Terminologia médica define este problema como zumbido ou zumbido. Quem sofre não descansa, embora ninguém mais possa ouvir o barulho porque não vem de nenhuma fonte externa, está dentro do ouvido. Não há tratamentos médicos eficazes para combater essa tortura. Mas nesse “boom” farmacêutico que tem o protagonista no ouvido, a empresa Auris também comprova a eficácia de injetar um derivado da cetamina, um anestésico. Parece reduzir o desconforto causado pelo zumbido causado por infecção ou trauma.

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